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‘Floresta Negra’ é um livro de fotografia, um website e uma campanha de sensibilização e educação

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Floresta Negra é um livro de fotografia, é um website, é uma campanha de sensibilização e educação. É um hino à natureza e aos heróis que a protegem. Um trabalho de John Gallo.

John Gallo é um fotógrafo português que tem sido distinguido internacionalmente desde 1998. Em 2015 foi-lhe atribuído o galardão Joan Wakelin Award pelo jornal britânico The Guardian em parceria com a Royal Photographic Society. O trabalho “Pilgrims” deste autor foi considerado um dos melhores de 2016 publicados pelo Público/P3. O ambiente e o futuro do nosso planeta são algumas das preocupações deste autor e foi nessa condição que em 2015 iniciou o projeto fotográfico Floresta Negra, que agora se transforma num movimento da sociedade civil.

Floresta Negra – O Livro é o primeiro passo deste projeto e está em crowdfunding até 22 de Novembro.

O projeto tem o apoio institucional da Autoridade Nacional de Proteção Civil, da Liga dos Bombeiros Portugueses, da Fujifilm e do Público/P3 (media partner).

Este é o número de que ninguém quer falar: 42% do nosso país, 38.000 quilómetros quadrados,arderam nos últimos 35 anos – entre 1980 e 2015. Espanha 12%, Grécia 12,2%, Itália 12,6%, França 1,3% de área ardida. Em 35 anos ardeu em Portugal o equivalente à área total da Holanda ou da Dinamarca.

Cerca de 98% dos incêndios florestais têm origem humana, mas na sua maioria não são provocados por criminosos, são provocados por desleixo ou ignorância. Os terrenos abandonados são depois o rastilho, provocando incêndios de tamanho desproporcionado.

É agora que tem que se falar de prevenção, é agora que é necessário sensibilizar a população para a limpeza dos terrenos e ensinar boas práticas para que a nossa relação com a floresta se transforme, ajudando a evitar o inferno anual dos incêndios florestais, que desde há quatro décadas dizimam o nosso património natural. Em paralelo com as novas medidas e legislações, é necessária uma mudança de mentalidades.

  • mantida a grafia lusitana original
Fonte: Comunidade Cultural e Arte

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