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Se no Brasil as opções para estudar em uma faculdade de fotografia já são muitas, imagine então ampliar isso para o mundo. É complicado mas não é impossivel. Vamos ver a seguir algumas formas de atingir esse objetivo.

O número de instituições de ensino superior existentes nos Estados Unidos, uma das rotas preferidas do brasileiro no exterior, dá uma ideia da dificuldade que é escolher uma universidade estrangeira para cursar a graduação. Dados do Centro Nacional de Estatísticas Educacionais americano, de 2008-2009, apontam mais de 4.000 instituições no país.

Onde e como se informar sobre a qualidade do diploma?

Vale a pena verificar os rankings internacionais de qualidade do ensino superior, como o THE (Times Higher Education), a lista da consultoria internacional QS e o Shanghai Ranking. Há também listas feitas por instituições de cada país, como a norte-americana do US News.
“No Reino Unido, existe uma fascinação pelos rankings, que indicam as melhores universidades, os melhores cursos, os melhores em direito ou administração ou a satisfação por aluno, por exemplo”, explica o gerente de educação do British Council, Rodrigo Gaspar.
“O brasileiro não é tão apegado a isso, mas é bom cruzar esses dados porque as mesmas universidades vão aparecer sempre nesses rankings, mesmo que os critérios de avaliação sejam diferentes, o que já serve para reduzir a lista de opções de escolha.”

Como saber mais sobre as universidades que me interessam?

As feiras estudantis, que aumentaram no Brasil, são boas oportunidades para esclarecer dúvidas e buscar informações diretamente com os representantes das universidades.
Procurar grupos de estudantes e ex-alunos em redes sociais é uma boa opção. São eles que poderão melhor falar sobre a experiência da graduação e o ambiente escolar.

Como saber se a instituição está preparada para receber alunos estrangeiros?

O número de estudantes internacionais e um setor ou departamento para atendê-los são indicativos de que a universidade tem uma política de incentivo para receber pessoas de outras nacionalidades.
O dado é importante para intercambistas, mas estudantes que pretendem fazer toda a graduação no exterior deve saber que o tratamento para o estrangeiro será o mesmo dado aos outros alunos.

Como é feita a validação do diploma para quem faz a graduação no exterior?

O diploma obtido no exterior precisa ser reconhecido e autenticado na representação oficial do Brasil, ou seja, no consulado brasileiro no país onde o jovem estudou. Ao chegar aqui, em geral, o pedido para validar o documento ocorre diretamente em uma instituição pública de ensino superior.
O processo não é unificado e os documentos pedidos, as taxas cobradas e o tempo que demora para sair o reconhecimento variam conforme a universidade.
Além do requerimento, o graduado terá que apresentar uma cópia do diploma a ser revalidado, documentos referentes à instituição de ensino, duração e currículo do curso, conteúdo programático, bibliografia e histórico escolar. O diploma só será validado se for semelhante a um curso de graduação brasileiro.

Como posso me informar sobre o currículo do curso?

As matérias que podem ser cursadas na graduação constam no site das próprias universidades, assim como o número de créditos-aula do curso. Caso não haja informações online, será necessário entrar em contato com a universidade e pedir o currículo detalhado.
O estudante deve estar atento ao currículo. As universidades do Reino Unido e Irlanda, por exemplo, adotam disciplinas diferentes para cursos semelhantes e, por isso, Gaspar recomenda que o jovem interessado em graduação no exterior analise minuciosamente o que vai estudar na instituição como matérias obrigatórias e eletivas, que ele mesmo terá de definir depois de matriculado.
Ele lembra ainda que os brasileiros precisam estar cientes que o sistema educacional é diferente do brasileiro. Na maioria dos cursos, há um ano “zero”, chamado de “foundation year”. É um período de adaptação do estudante que vai cursar uma universidade e se preparar para acompanhar o ritmo das aulas.

Quando a pesquisa por cursos deve começar?

A pesquisa sobre as universidades deve ser feita pelo próprio estudante do ensino médio muito antes dele concluir o curso dele aqui no Brasil. O recomendado é procurar informações a partir do segundo ano do ensino médio.
O caminho é longo. A busca de informações –pela internet, pelo British Council, pelo EducationUSA, em feiras estudantis de intercâmbio e redes sociais, por exemplo– é extensa e cansativa.
Há testes de comprovação do nível de proficiência em língua estrangeira (o bom é prestar o quanto antes, pois a procura é grande). Os documentos enviados às instituições de ensino precisam ser traduzidos por um tradutor juramentado e os processos de admissão e de visto, entre outras burocracias, podem levar muito tempo, entre outras burocracias.
O adolescente precisa definir questões de ordem prática antes de começar a pesquisa. Devem ser levados em conta o Estado e o tipo de clima, o custo de vida local, o porte da instituição, a área de estudo de interesse e até atividades extracurriculares que gostaria de estar envolvido.
“Os critérios e os objetivos precisam ser claros porque as opções são muito amplas”, justifica a orientadora do Alumni Advising.
Os pais podem participar com um levantamento do quanto do orçamento familiar estará disponível para os estudos do filho no exterior. Este, por sua vez, precisa checar quais universidades fornecem bolsas de estudo parciais ou integrais para estudantes internacionais.

É melhor uma instituição em grandes cidades ou em menores?

Mesmo para quem quer estudar na Inglaterra, Londres pode não ser a escolha mais óbvia. A cidade é cosmopolita e tem todos os seus atrativos, mas isso não significa que é o local mais indicado para estudar. Dependerá da área de graduação do estudante.
“Moda, comunicação, mídia, por exemplo, têm de ser em Londres”, explica o gerente de educação do British Council. “Mas os campi fora da cidade precisam ser considerados para outros cursos porque são mais estruturados, alguns até com supermercados e cinema para os alunos. Vive-se melhor e com menos.”
Segundo Gaspar, há uma diferença de cerca de 30% ao se viver um mês na capital britânica e fora dela.

O melhor é fazer a graduação completa no exterior ou apenas um programa de intercâmbio?

Não há uma resposta mágica, mas dois itens pesam na escolha entre fazer o curso de graduação completa no exterior ou um programa de intercâmbio com duração menor: objetivo e recursos financeiros.
Se o jovem tem condições econômicas ou uma bolsa de estudos para fazer a graduação no exterior, ele terá um diploma de universidade estrangeira nas mãos quando se formar. Isto será bem visto por empregadores e por instituições de ensino, caso queira seguir carreira acadêmica.
Por outro lado, se a graduação não tiver um equivalente no Brasil, o aluno terá dificuldades para validar seus estudos e fazer, por exemplo, um mestrado ou um MBA na volta ao país de origem.

Se optar por fazer a graduação no Brasil e só fazer um intercâmbio durante a faculdade, ele sairá com um diploma brasileiro, mas a vivência no exterior será considerada no mercado de trabalho.

Fonte: UOL Educação 

Veja quais são os critérios de alguns países

POR LEONARDO CAZES

Fazer faculdade no exterior, durante muito tempo, foi considerado coisa de maluco, tamanha a dificuldade em driblar a burocracia. Bem, ela continua bem grande, mas os governos estrangeiros possuem agências para ajudar brasileiros que queiram estudar lá fora. Confira a lista:

Estados Unidos

O ano letivo nos EUA começa em agosto, mas o processo de admissão é iniciado um ano antes. Na seleção, é exigido o Toefl (exame de proficiência) e o SAT (espécie de Enem americano). Histórico escolar e atividades extracurriculares também são avaliados. Os gastos anuais ficam entre US$ 15 e 40 mil, mas há possibilidade de bolsas. A Comissão Fullbright (educationusa.org.br) orienta os estudantes interessados.

Inglaterra

Para universidades do Reino Unido, a seleção ocorre entre novembro e março, para início em setembro. São exigidos aprovação no IELTS e um bom histórico escolar. As anuidades variam, em média, entre 4 mil e 12 mil libras, dependendo do curso e da área escolhida. As instituições oferecem alojamento, mas não está incluído no valor. A representante britânica no Brasil é a Education UK (educationuk.org).

França

Na França, a seleção para universidades ocorre entre dezembro e março, com início das aulas em setembro. Testes de proficiência são obrigatórios. Caso o candidato já tenha sido aprovado no vestibular no Brasil, a vaga é quase garantida. O ensino superior é público, e o custo de vida mensal fica entre 600 e mil euros, de acordo com a cidade. A responsável pelo processo é a Campus France (brasil.campusfrance.org).

Austrália

Os cursos de graduação na Austrália começam em março e agosto, mas o processo de admissão deve começar seis meses antes. Cada instituição tem seus critérios de seleção, mas é possível fazer um curso preparatório. O exame de proficiência IELTS é sempre exigido. As anuidades variam entre 10 e 16 mil dólares australianos. O custo de vida médio dos estudantes é de 1.500 dólares australianos por mês. A representante do país no Brasil é a Study in Australia.

Canadá

O ano letivo nas universidades canadenses começa em setembro, mas algumas recebem em janeiro. A seleção é baseada na análise do histórico escolar. Atividades extracurriculares são consideradas, e é preciso fazer exames de proficiência, como Toefl. O custo total dos alunos em um ano fica entre 16 e 31 mil dólares canadenses, incluindo anuidades, alimentação e moradia. Mais informações em ww.educationau-incanada.ca.

Portugal, Espanha e Itália

Para estudar na Espanha, é preciso homologar os diplomas de colégios brasileiros. Em seguida, é preciso fazer a Prova de Acesso à Universidade (Selectividad, em espanhol), aplicada aqui no Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo. Depois, é a vez da inscrição direta nas instituições. Há vagas reservadas para alunos estrangeiros.

Quem deseja estudar na Itália deve procurar diretamente as instituições de ensino do país, pois cada uma tem os seus próprios critérios de seleção. Não há órgão que centralize as demandas no Brasil.

Para se matricular em instituições portuguesas, deve-se buscar diretamente o Ministério da Educação do país.

Agências de intercâmbio

O aluno também pode obter informações e serviços profissionais de empresas que trabalham com intercâmbio. Essas empresas costumam oferecer um serviço de orientação que busca casar as aptidões do candidato tanto com o perfil do curso como com a instituição. Algumas empresas também ajudam na obtenção de bolsas, acadêmicas ou esportivas.

Fonte: O Globo

Bolsas de Estudo

Por Hotcourses Brasil

Várias bolsas cobrem integralmente todos os custos de educação, acomodação e despesas pessoais, enquanto outras fornecem ajuda de custos nas taxas de educação e materiais ou oferecem contribuição financeira relacionada a esses custos.

As regras

A decisão de estudar no exterior vem acompanhada de uma série de dúvidas relacionadas ao preço desta experiência. Grande parte dos estudantes considera a opção de procurar ajuda financeira. A melhor delas é obter uma bolsa de estudo (ou em inglês, scholarship). E apesar da maioria das instituições estrangeiras oferecer estas bolsas, existem certas regras e condições de qualificação. Nem todo estudante que se inscreve é selecionado e a porcentagem de desconto, às vezes, cobre apenas uma parte das taxas.

Conheça um pouco mais sobre bolsas de estudo no exterior:

Contato com a universidade – Este é o primeiro passo para se conseguir uma bolsa de estudos. São muitas e diversificadas opções, portanto só mesmo a sua universidade estrangeira de interesse saberá informar os detalhes exatos do processo de admissão.

Inscrição – O segundo passo do processo é preencher completa e corretamente o formulário de inscrição. Certifique-se de providenciar todos os documentos exigidos pela universidade que ajudarão a qualificá-lo à bolsa. Um formulário incompleto levará à rejeição imediata do candidato. Por isso, comece o processo de inscrição o quanto antes possível, dando um intervalo suficiente até a data de entrega dos documentos. Antes de enviá-los, pesquise sobre o assunto, converse com pessoas que já conquistaram bolsas de estudo, tire dúvidas com a instituição. Reúna toda a informação necessária para ser um forte candidato. É possível que você precise providenciar traduções oficiais dos seus documentos do português para o inglês.

Exigências – Cada faculdade e universidade estrangeiras têm as suas regras específicas quando o assunto é bolsa de estudo. Para se ter uma ideia, as exigências diferenciam até mesmo entre as bolsas oferecidas pela mesma universidade.

Elas são geralmente concedidas levando em consideração as necessidades do candidato ou o seu desempenho excepcional em algum campo da educação, esporte, teatro etc. Uma quantia considerável de universidades oferece bolsas de estudos específicas para estudantes estrangeiros, outras têm programas em parceria com o governo e empresas. Algumas irão ajudar apenas no custo do ensino, enquanto outras cobrirão também acomodação, alimentação e outras despesas. Ao pesquisar instituições internacionais do seu interesse, você deverá informar-se sobre estes programas, já que as exigências irão diferir entre cada uma delas.

Você, possivelmente, irá precisar listar as escolas e universidades onde estudou previamente e apresentar documentos que comprovem suas conquistas educacionais. Uma parte importante do processo de inscrição é comprovar sua situação financeira atual e o histórico familiar, que poderão provar a necessidade em conseguir a ajuda financeira. Procure saber também se a instituição oferece serviços de orientação que o ajudarão durante o processo de inscrição.

Se você já tem um histórico acadêmico, uma dica é checar se a sua universidade brasileira possui algum tipo de parceria com instituições estrangeiras. A conclusão de um curso acadêmico brasileiro pode ser o primeiro passo para a conquista de uma bolsa de estudo em pós-graduação no exterior.

Aprovados – Uma vez concedida a bolsa, todas as universidades irão exigir do estudante internacional um bom desempenho acadêmico. Por isso, você precisará dedicar-se aos estudos e atingir altas médias que o manterão no programa de ajuda financeira. Faça por merecer a bolsa de estudo conquistada!

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Sites interessantes para pesquisa sobre estudar no exterior

http://www.estudarfora.org.br/

http://www.hotcourses.com.br/

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